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Lucro da CSN é de R$ 87 milhões no primeiro trimestre de 2019


A CSN divulgou nesta quarta (08) o resultado obtido no primeiro trimestre de 2019. A empresa teve um lucro líquido de R$ 87 milhões, o que representa uma queda de 92,6% em relação ao resultado de R$ 1,772 bilhão registrado no quarto trimestre de 2018. Essa redução se deve em parte ao fato de a siderúrgica ter registrado créditos tributários no trimestre anterior. A variação operacional foi pequena: no período, o volume de aço comercializado no mercado interno somou 811 mil toneladas, 3% inferior ao trimestre anterior.

A receita líquida na Siderurgia atingiu R$3.605 milhões no período, 4% abaixo do trimestre anterior. Isso ocorreu pelo reflexo da sazonalidade, bem como pelo atraso na recuperação econômica. No mercado interno, os preços médios do aço caíram 3% em relação ao trimestre anterior.

Segundo os dados do INDA (Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço) no 1T19, as compras pela distribuição registraram aumento de 1,2% na comparação com o 1T18. As importações encerraram no primeiro trimestre deste ano com alta de 1,1% em relação ao mesmo período de 2018, com volume total de 305,9 mil toneladas.

Nos primeiros três meses deste ano, a produção de placas pela CSN somou 830 mil toneladas, 18% menor frente ao trimestre anterior devido a maiores paradas para manutenção, associadas ao fim da campanha do AF-3, e outras reformas programadas para o próximo trimestre. Nesse período, foram consumidas 200 mil toneladas de placas de terceiros para manter a produção de laminados estável.

No mercado externo, as vendas somaram 364 mil toneladas, 5% superior às realizadas no trimestre imediatamente anterior, sendo que a comparação como mesmo trimestre de 2018 fica prejudicada pela venda da planta em Terre Haute, nos EUA. Neste período, 24 mil toneladas foram exportadas de forma direta e 340 mil toneladas foram vendidas pelas subsidiárias  da Companhia no exterior, sendo 30 mil toneladas pela LLC, 226 mil toneladas pela SWT, 84 mil toneladas pela Lusosider.

Investimento

Foram investidos R$313 milhões no trimestre, o que representa aumento de 40% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, em função de investimentos relacionados à parada programada do AF-3 na Siderurgia e às plantas de filtragem de rejeitos na Mineração, que proporcionarão ganhos de eficiência na produção de aço e processamento de 100% da produção sem a necessidade de utilização de barragens no final de 2019, respectivamente.

Diário do Vale, (08/05/2019)

 



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