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Nexa anuncia lucro líquido de US$ 23 milhões no 2º trimestre de 2019


A Nexa, uma das maiores produtoras mundiais de zinco, encerrou o segundo trimestre de 2019 com lucro líquido de US$ 23 milhões, impulsionado pelos maiores volumes de vendas frente ao mesmo trimestre do ano anterior. Com esse resultado, a Nexa reverteu o prejuízo contabilizado no segundo trimestre de 2018, no valor de US$ 35 milhões, que havia sido impactado por uma perda cambial (não caixa).

No trimestre, foram comercializadas 156 mil toneladas de zinco metálico e óxido de zinco, 2,5% a mais em relação ao segundo trimestre de 2018. Por outro lado, a receita líquida consolidada apresentou 3,6% de redução, passando para US$ 613 milhões em razão dos menores preços dos metais básicos no mercado internacional.

Frente à menor receita líquida e ao aumento de custos gerado, majoritariamente, pelo maior volume de produção, o EBITDA ajustado foi de US$ 118 milhões contra US$ 163 milhões no segundo trimestre do ano passado. Os gastos com projetos, exploração e CAPEX da Nexa, por sua vez, somaram US$ 123 milhões no segundo trimestre e, ao longo dos seis primeiros meses, alcançaram US$ 208 milhões. Para os doze meses de 2019, a empresa prevê o valor de US$ 548 milhões.

LUCRONexa anuncia lucro líquido de US$ 23 milhões no 2º trimestre de 2019 Com o resultado a mineradora reverteu o prejuízo contabilizado no segundo trimestre de 2018, no valor de US$ 35 milhões.

02/08/2019 12h09Por: Paulo Sérgio Fonte: Vitor Maia/Ideia Foto: Da InternetFoto: Da Internet

A Nexa, uma das maiores produtoras mundiais de zinco, encerrou o segundo trimestre de 2019 com lucro líquido de US$ 23 milhões, impulsionado pelos maiores volumes de vendas frente ao mesmo trimestre do ano anterior. Com esse resultado, a Nexa reverteu o prejuízo contabilizado no segundo trimestre de 2018, no valor de US$ 35 milhões, que havia sido impactado por uma perda cambial (não caixa).

No trimestre, foram comercializadas 156 mil toneladas de zinco metálico e óxido de zinco, 2,5% a mais em relação ao segundo trimestre de 2018. Por outro lado, a receita líquida consolidada apresentou 3,6% de redução, passando para US$ 613 milhões em razão dos menores preços dos metais básicos no mercado internacional.

Frente à menor receita líquida e ao aumento de custos gerado, majoritariamente, pelo maior volume de produção, o EBITDA ajustado foi de US$ 118 milhões contra US$ 163 milhões no segundo trimestre do ano passado. Os gastos com projetos, exploração e CAPEX da Nexa, por sua vez, somaram US$ 123 milhões no segundo trimestre e, ao longo dos seis primeiros meses, alcançaram US$ 208 milhões. Para os doze meses de 2019, a empresa prevê o valor de US$ 548 milhões.Continua depois da publicidade

“Estamos confiantes na evolução dos mercados globais de zinco e cobre, nos quais a Nexa possui uma posição diferenciada para entregar valor aos nossos stakeholders, apoiada pelo contínuo aprimoramento de nossas operações e pelo robusto portfólio de projetos de crescimento para os próximos anos, destacadamente no Peru e no Brasil, onde já operamos. Nosso principal investimento em andamento, o projeto polimetálico Aripuanã, no Mato Grosso, segue evoluindo bem e, a partir de 2021, será um ativo relevante na geração de EBITDA para a companhia. Além disso, seguiremos trabalhando na construção de uma empresa de mineração diferenciada, sustentável, integrada e eficiente em custos”, afirma o CEO da Nexa, Tito Martins.

Como prática de transparência para o mercado, a Nexa divulga anualmente, em janeiro, as previsões de produção para o ano. Para 2019, prevê produzir até 395 mil toneladas de zinco, 38 mil toneladas de cobre, 55 mil toneladas de chumbo, 9 milhões de onças de prata e 24 mil onças de ouro.

Paracatu News, (02/08/2019)



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